PASTOR DA IGREJA BOM DEUS CONDENADO À PENA DE 40 DIAS

O líder da Igreja Fraternidade de Pentecostes na África em Angola (IFE-PAA) Bom Deus, Simão Lutumba, foi ontem condenado pelo Tribunal Municipal do Kilamba Kiaxi, em Luanda, à pena suspensa de 40 dias, incluindo o pagamento de 200 kwanzas por dia e a taxa de justiça de 30 mil.

Fotografia: Kindala Manuel | Edições Novembro

O pastor e o advogado foram detidos domingo, acusados de desobediência e resistência contra a força policial. O advogado foi condenado a 45 dias de prisão, igualmente convertido na multa de 200 kwanzas por dia e a taxa de justiça de 30 mil. Os condenados foram aconselhados a não voltar ao Templo da Igreja Bom Deus, na zona da Sapú, Kilamba Kiaxi, sem antes receberem a ordem do Tribunal Cível da 4ª Secção, sob pena de voltarem a ser detidos.

Num comunicado, o Comando Provincial da Polícia Nacional informa que a interdição do Templo foi decretada na sexta-feira pelo Tribunal Provincial de Luanda, através de uma acção interposta pelo empreiteiro da obra, em função de uma alegadadívida avaliada em dois mil milhões de kwanzas, resultante da sua construção, no Distrito Urbano da Sapú, município do Kilamba Kiaxi.

A Igreja Bom Deus é reconhecida pelo Estado angolano. O templo foi construído num espaço de 20 mil metros quadrados e tem capacidade para acolher 18 mil fiéis. A Polícia acusou Simão Lutumba de ter retirado o selo que interditava o templo, no sábado, e ter tentado forçar a inauguração no domingo. O líder religioso promoveu uma manifestação, nas imediações da Direcção Nacional de Viação e Trânsito, na Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem Loy, instalando desordem púbica.

Fonte Jornal de Angola

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TAAG REDUZ TARIFAS PARA VOOS DOMÉSTICOS

Luanda – Com vista a suavizar os esforços financeiros dos passageiros e solidarizar-se com as dificuldades económicas destes, a TAAG – Linhas Aéreas de Angola, S.A – disponibilizou hoje (01 de Fevereiro), um novo tarifário para os voos domésticos, com preços reduzidos.

Em contrapartida, cortou (também a partir desta data) as refeições durante as viagens inter-provinciais, depois de um estudo comparativo com companhias congéneres, que, para tempos de voo similares (menos de duas horas), não oferecem serviços de “catering” (comidas a bordo).

“A TAAG tem dado e continua a dar passos para melhorar a prestação de serviços aos seus passageiros. Nesse sentido, a partir de 1 de Fevereiro, disponibiliza um novo tarifário que tem em conta a realidade socioeconómica nos diversos destinos domésticos” – refere a companhia.

Num comunicado a que a Angop teve acesso hoje, a operadora diz estar consciente da realidade, sem nunca perder de vista a rentabilidade a que se obriga perante os seus accionistas, e que desta forma pretende estar mais próxima das necessidades e inquietações dos clientes.

Através do Apoio ao Cliente da companhia nacional de bandeira (terminal telefónico 923 190 000), apurou-se que os preços dos bilhetes para os destinos domésticos reduziram na ordem dos seis porcentos (aproximadamente dez mil kwanzas), com excepção da província de Cabinda.

Assim sendo, e citando apenas algumas, a viagem de ida e volta para o Lubango (província da Huila) na classe executiva passa a custar AKZ 153 mil, e na económica 77 mil e 330 kwanzas. Para Luena (Moxico), 147.788.00 kwanzas (executiva) e AKZ 80.757.00 (económica).

Doravante, os bilhetes para o Huambo estão a ser comercializados a 142.382.00 kwanzas (executiva) e 83.941.00 kwanzas (económica). Para a cidade de Menongue (Cuando Cubango), estão a custar AKZ 148.208.00 (executiva) e AKZ 73.143.00 (económica).

Já para Saurimo (Lunda Sul), os passageiros deverão desembolsar 156 mil 530 kwanzas pela classe executiva, e AKZ 77.880.00 pela económica.

Quanto à retirada das refeições ligeiras nas rotas domésticas, justificou ter verificado que a maior parte da comida disponibilizada não era consumida pelos passageiros, e que o desperdício de alimentos é por si só contrário aos valores sociais da empresa.

“Neste sentido, e tendo em conta que estas refeições não são reutilizáveis, foi decidido descontinuar-se a oferta das refeições ligeiras nas rotas domésticas a partir de 1 de Fevereiro, acreditando que a maioria dos nossos passageiros irá concordar com esta iniciativa”, indica a nota.

A TAAG, acrescenta o documento, tem como prioridade a constante melhoria na qualidade do serviço que presta e, acima de tudo, quer garantir uma operação em segurança, seguindo as melhores práticas e procedimentos da indústria aeronáutica.

Fonte: http://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2019/1/5/TAAG-reduz-tarifas-para-voos-domesticos,5db47086-157f-4c46-84f3-a99d556704f4.html

AUTORIDADES ENCERRAM 19 CONFISSÕES RELIGIOSAS ILEGAIS NO NAMIBE

Moçamedes – Pelo menos 16 confissões religiosas, 226 estabelecimentos comerciais e um centro de saúde que funcionavam à margem da Lei foram encerrados na província do Namibe, no âmbito da primeira fase da operação resgate, decorrida no período de seis de Novembro a 14 de Dezembro de 2018.

Foram detidos no mesmo período cinco vietnamitas que se dedicavam a transformação semi-industrial dos produtos do mar, com os quais foram apreendidos dez arcas contendo lulas secas, 200 quilogramas de mexilhões, 10 de algas marinhas e 52 barbatanas de tubarão.

Os dados foram avançados hoje (31.01.2019) pelo comandante provincial do Namibe da Polícia Nacional, Alberto Sebastião Mendes, nas vestes de coordenador da operação resgate naquela região, no final de um encontro com o governador Carlos da Rocha Cruz.

Participaram nesse encontro, os vice-governadores, administradores municipais e directores dos gabinetes ministeriais que fazem parte da comissão inter-ministerial (Agência Geral Tributária – AGT, saúde, comércio, agricultura, pescas, industrias e cultura).

As autoridades detiveram, neste período, dois cidadãos por caça furtiva e outros dois por abate ilegal de suínos e apreenderam um camião que transportava madeira de toro e 100 quilogramas de carne seca. Foram ainda encerradas onze oficinas, uma indústria e uma recauchutagem.

Foram inspeccionados 272 estabelecimentos diversos, tendo sido constatadas 202 infracções tributárias e, ao mesmo tempo, foram autuadas 130 transgressões administrativas e desactivados dois mercados informais.

Ainda no âmbito da operação resgate, na província do Namibe, de acordo com a fonte policial, foram desmantelados três grupos de marginais e apreendidos 200 metros de tubo de instalação de energia, 32 tubos de canalização de água, seis telemóveis e um motor de viatura.

O governador da província do Namibe, Carlos da Rocha Cruz, congratulou-se com os resultados alcançados na Operação Resgate, que permitiram tornar mais saudável o ambiente social naquela região.

Exortou, com efeito, o envolvimento dos responsáveis e quadros dos distintos departamentos ministeriais envolvidos na operação, de modo a tornar exitosa a próxima fase e dirimir eventuais conflitos.

Fonte: http://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/politica/2019/0/5/Autoridades-encerram-confissoes-religiosas-ilegais-Namibe,4b6dc97b-5206-4520-93e5-5613680b4448.html

ENCERRADAS 27 IGREJAS POR FUNCIONAREM À MARGEM DA LEI

Menongue – Vinte e sete igrejas, das quais 26 em Menongue, capital do Cuando Cubango, e uma no município do Calai, que praticavam a sua actividade à margem da lei, foram encerradas no quadro da Operativo Resgate.

Os dados foram revelados quarta-feira, em Menongue, na reunião da comissão provincial de coordenação dos assuntos religiosos, pelo departamento de Cultura, Arte e Património Histórico do gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Pedro Dala João.

O responsável fez saber, estão por encerrar outras 11 igrejas, tendo avançado que o gabinete provincial conta com a estatística de 115 igrejas registadas e controladas no Cuando Cubango.

Acrescentou que desta cifra 56 fazem parte de igrejas reconhecidas, legais e cadastradas, 38 não reconhecidas, legalizadas e não cadastradas e 21 em via de reconhecimento e legalização representadas naquela província.

Pedro Dala João deu a conhecer que das igrejas reconhecidas, legalizadas e cadastradas, os membros da comissão continuam a registar conflito de liderança da Igreja Fé Apostólica, uma situação que precisa de reflexão.

Estado de condições para Cultos

Explicou que, das 21 igrejas reconhecidas pelo INAR e protegidas juridicamente, constatou-se que apenas duas, Igreja dos Apóstolos de Oração e de Salvação Eterna e a Cristã de Galileia Ministério de Cura-Milagre e Libertação possuem instalações condignas para continuarem com os cultos.

Para as restantes 19, precisou o responsável, "umas não têm nem sequer um espaço fechado e outras cultuavam nos armazéns comerciais e nos quintais das residências, realidades que impossibilitam a sua reabertura".

Um outro assunto que mereceu análise foi das igrejas que aliaram-se nas outras, com realce para União Cristã Internacional, que aliou-se na legal Igreja Evangélica Pentecostal Maranata, Baptista Betel em Angola na legal Evangélica Assembleia Cristã, pelo que os membros irão rever a situação em cumprimento do Decreto Executivo Conjunto nº454/18, de 16 de Outubro.

Os membros propõem à comissão o incentivo ao grupo operativo para a conclusão com o encerramento das restantes 11 igrejas, contando com o envolvimento das comissões municipais.

Recomendaram a necessidade da criação de um grupo técnico composto por dois membros, no sentido de acompanhar a actividade religiosa das igrejas legais junto das áreas de culto, para aferirem se tais práticas não lesam a questão social, económica e cultura dos cristãos, entre outros interesses.

Fonte: http://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2019/0/5/Encerradas-igrejas-por-funcionarem-margem-lei,92c9ffec-dfde-4a06-afa9-81432a0a879e.html

55 PRIMAVERAS PARA O REVERENDO ANDRÉ MENDONÇA CASIMIRO.

55 PRIMAVERAS PARA O REVERENDO ANDRÉ MENDONÇA CASIMIRO.

Reverendo André Casimiro é presbítero provincial do Kwanza Sul, e pastor presidente do Ministério do Sumbe.

Nascido aos 16 de Abril de 1963, na comuna da Ngangula, município do Sumbe, província do Cuanza Sul, é Casado com a diaconisa Maria R. Capuamba Casimiro e pai de 6 filhos.

Formação e profissão:

Pedagogo de profissão leccionou durante vários anos a cadeira de Matemática e Física, no Instituto Médio Normal de Educação (EFP) do Sumbe. No seu curriculum académico consta ainda o bacharel em teologia pelo Instituto Bíblico de Angola (IBA) em 1997, a licenciatura pela West Africa Advanced School of Theology (ESTAO), em Lomé concluído em 2001, o mestrado pela Faculdade Etnia (Faculdades Integradas Interétnicas do Brasil) sendo doutorando pela mesma.

Reverendo André Casimiro, é membro do comité de doutrina da Assembleia de Deus Pentecostal onde exerce a função de secretários, é de igual modo professor da Faculdade de teologia da Assembleia de Deus Pentecostal (FATAD).

Parabéns Reverendo André Casimiro

A VOLTA IMINENTE DE JESUS E O NOSSO ESTILO DE VIDA

A VOLTA IMINENTE DE JESUS E O NOSSO ESTILO DE VIDA

Ernesto Kraft

Se alguém perguntasse se você acredita em tudo o que está escrito na Bíblia, com certeza a sua resposta seria: “Sim, claro!” Você crê que Deus ama você. Você acredita que uma pessoa que não crê em Jesus será condenada? A sua resposta será: “Sim com certeza, pois a Bíblia ensina isso”. Sua resposta, porém, levantará dúvidas se você não estiver envolvido com evangelismo. Em Tiago 2.20 lemos: “Insensato! Quer certificar-se de que a fé sem obras é inútil?” A mesma declaração nós fazemos a respeito da volta de Jesus. Todos acreditamos que Jesus voltará, mas o nosso estilo de vida não reforça esta declaração. Vivemos a nossa vida como se Jesus nunca voltasse.

Sem dúvida, a volta de Jesus está próxima. Hoje estamos mais perto do que nunca (Rm 13.11). Lemos em Hebreus 10.37: “pois em breve, muito em breve ‘Aquele que vem virá e não demorará’”. Mesmo que não acreditamos firme na promessa de que Jesus voltará em breve, ELE cumprirá a Sua promessa. Ele é fiel com as Suas palavras.

Quando o missionário e pesquisador da África, David Livingstone (1813-1873), atravessou a África pela segunda vez com seus ajudantes da tribo dos Makololo, ficou sem verba. Com o que sobrou de seus pertences, à base de troca, conseguiu convencer um cacique Zambeze para cuidar de sua equipe, até ele voltar da Inglaterra com recursos. Prometeu aos Makololo que voltaria o mais depressa possível para levá-los de volta à sua terra.

Livingstone se foi. Logo os Zambeze começaram a zombar: “Vocês acreditam que esse homem branco vai voltar? Nunca vimos um branco investir tempo e dinheiro em negros”. A resposta dos Makololo foi: “Vocês não conhecem o nosso pai! Ele deixaria a sua vida por nossa causa! Ele volta com certeza e vai levar-nos para casa!”

Passou um ano. Alguns Makololo adoeceram e morreram. Passou o segundo ano. Os Zambeze zombavam cada vez mais. Os Makololo se firmavam mais ainda na promessa: “Ele volta com toda certeza”. – E, de fato: certo dia ouvia-se um barulho estranho. Todos correram para o rio. Um grande barco-a-vapor estava subindo o rio, fungando e fumaçando, o primeiro a percorrer aquele rio. Com grande júbilo, gritando “Nosso pai! Nosso pai!”, os Makololo se atiraram na água, subiram a bordo e abraçaram o homem fiel.

Será que Jesus merece menos confiança do que David Livingstone? Será que Jesus não vai fazer valer Suas palavras: “Vocês verão o Filho do Homem descer em uma nuvem? Os seus lembram de suas palavras: Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão”.

Não precisamos de mais sinais para esperar Jesus a qualquer momento. Estamos vivendo em uma época especial. Todos os acontecimentos aprovam que estamos caminhando para o cumprimento de Apocalipse 13, que prevê um controle total sob a direção do Anticristo. Mas o Arrebatamento acontecerá antes de tudo isso. Por isso, a grande pergunta é: “Como é o nosso estilo de vida, diante destes fatos?” O nosso encontro com Jesus pode ser hoje, através da morte natural, de um acidente ou de um outro acontecimento.

Amar Somente a ELE – Ninguém pode Servir a Dois Senhores

Em Tiago 5.1-6 lemos sobre um estilo de vida que a maioria das pessoas adota e que tem um fim desastroso. O estilo de vida dessas pessoas era um estilo de vida em função do dinheiro. Um ditado diz que “o dinheiro governa o mundo”. Não se pode negar esta verdade. Este estilo de vida também já causou problemas para Asafe. No Salmo 73, ele diz: “Quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei. Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios. Eles não passam por sofrimento e têm o corpo saudável e forte. Assim são os ímpios; sempre despreocupados, aumentam suas riquezas” (v. 2-4,12).

Todos nós precisamos de dinheiro, mas a Bíblia alerta em Mateus 6.24 que “ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”.

O dinheiro é considerado um senhor que muitos servem como escravos. A Bíblia é clara: não podemos servir à Deus e viver em função do dinheiro ao mesmo tempo. Em 1Timóteo 6.9-11 lemos: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso…” Em uma versão diferente, lemos no verso 11: “Faz de tudo, para que nada e ninguém se torne mais importante do que Deus, confie Nele e ame ao seu próximo”.

Por isso, o nosso estilo de vida deve ser diferente. Quem ama o dinheiro exclui Deus. No verso 7 lemos sobre um agricultor. Ele prepara a terra e semeia a semente, mas a chuva ninguém pode fazer e sem chuva não há colheita. Precisamos de Deus. Somos chamados para viver em comunhão e em parceria com Deus. Jesus diz em João 15.5: “… sem mim vocês não podem fazer coisa alguma”. Viva com Ele pela fé. Se a chuva vier logo é bom, pela fé digamos “Amém!” Se demorar, “Amém!” Se recebermos cura, ótimo, se não recebermos a cura, amém também. Tenha paciência e não adote um estilo de vida igual aos incrédulos, que procuram resolver as coisas sozinhos com atitudes erradas. Tiago 5.4 e 6 servem como exemplo.

O nosso estilo de vida diante da iminente volta do Senhor deve ser: caminhar com Ele e depender Dele. O apóstolo João também escreve em 1João 2.28: “Filhinhos, agora permaneçam nele para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos envergonhados diante dele na sua vinda”.

Em Hebreus 10.37 lemos que Jesus voltará sem demora. O meu justo viverá pela fé. Isto significa: meu Senhor determina o que acontece e eu aceito isso das mãos Dele. Asafe, que sofreu tentações com o estilo de vida de perversos que não perguntavam o que agradava a Deus, diz no Salmo 73.23: “Contudo, sempre estou contigo”. E, no mesmo salmo: “A quem tenho nos céus senão a ti? E, na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre… para mim, bom é estar perto de Deus” (v. 25-26,28).

Todos nós precisamos de dinheiro, mas a Bíblia alerta em Mateus 6.24 que “ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”.

Nós temos este estilo de vida? Estamos juntos a Deus? No verso 6 vemos que os justos dessa época preferiram morrer do que abandonar seu estilo de vida. Eles não se justificaram, mas escolheram o caminho que os manteve em comunhão com o seu Senhor. E com este estilo de vida eles estavam preparados para a volta de Jesus a qualquer momento, sem precisar se envergonhar. Em Mateus 24.48-51 lemos o contrário: “Mas suponham que esse servo seja mau e diga a si mesmo: ‘Meu senhor está demorando’, e então comece a bater em seus conservos e a comer e a beber com os beberrões. O senhor daquele servo virá num dia em que ele não o espera e numa hora que não sabe. Ele o punirá severamente e lhe dará lugar com os hipócritas, onde haverá choro e ranger de dentes”.

Imagine Jesus nos encontrando como Geazi, ele sabia tudo sobre Deus, era servo de um profeta que era um exemplo também com relação ao dinheiro, mas mesmo assim vemos que Geazi serviu não só a Deus, mas também a um outro senhor. Ele não manteve a parceria só com Deus. Quando olhamos para as circunstâncias, talvez abrimos mão de perseverar neste estilo de vida. Pense em Elias, que orou sete vezes, ele também tinha que perseverar e não parou quando depois da primeira oração não recebeu resposta. Ele ficou em comunhão com o seu Senhor e O honrou. É este estilo de vida que temos que aplicar em nossa vida diante da volta iminente de Jesus, viver pela fé em parceria com ELE.

Não desanimar – não desistir

Sem dúvida estamos diante da reta final na nossa vida de fé. Não sei quanto tempo nos resta, mas quero através dessas linhas nos animar a continuar a nossa corrida e não desanimar. O nosso fortalecimento está relacionado com a vinda do Senhor. Precisamos adotar o estilo de vida do apóstolo Paulo, que diz em Filipenses 3.20: “A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. E, em Filipenses 1.21-23: “Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. Caso continue vivendo no corpo, terei fruto do meu trabalho. E já não sei o que escolher! Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e estar com Cristo, o que é muito melhor”.

O apóstolo Paulo viveu um estilo de vida que o deixava preparado para partir para o Senhor a qualquer momento. Isso se tornou uma realidade para ele! Isso influenciou a sua vida e o seu dia a dia no meio de problemas e tribulações. Lemos em Romanos 8.17-18: “Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória. Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”.

Ele fortaleceu seu coração com estas verdades e esperava a volta de Jesus. E por isso, ele recomenda falarmos e meditarmos sobre o nosso futuro maravilhoso e o nosso encontro com o Senhor Jesus. Paulo diz em 1Tessalonicenses 4.17-18 que esta espera pela volta de Jesus deve ser nossa fonte de consolo: “Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. Consolem-se uns aos outros com essas palavras”.

Sigamos o nosso caminho com a cabeça erguida, mesmo tendo que passar por sofrimentos e dificuldades. Estamos a caminho do melhor. E o maior consolo consiste nas palavras de Jesus. É Ele que prometeu tudo isso. Fortaleçamos os nossos corações com a verdade de que Deus não pode mentir. Com toda certeza, tudo que está escrito na Bíblia vai se cumprir. Habacuque 2.3 diz: “Pois a visão aguarda um tempo designado; ela fala do fim e não falhará. Ainda que demore, espere-a; porque ela certamente virá e não se atrasará”.

Também em Hebreus 6.15-18 somos desafiados a não desistir porque temos forte alento em tudo que Deus é: “E foi assim que, depois de esperar pacientemente, Abraão alcançou a promessa. Os homens juram por alguém superior a si mesmos, e o juramento confirma o que foi dito, pondo fim a toda discussão. Querendo mostrar de forma bem clara a natureza imutável do seu propósito para com os herdeiros da promessa, Deus o confirmou com juramento, para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta”.

Neemias experimentou diversas tentações antes de fechar o muro. Isto descreve também a situação que nós estamos vivendo na última etapa antes da volta de Jesus. Como Neemias se fortaleceu? Neemias 4.14: “Fiz uma rápida inspeção e imediatamente disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não tenham medo deles. Lembrem-se de que o Senhor é grande e temível e lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas”.

Noé experimentou nada de animador. Ele foi desprezado e considerado louco, mas não desistiu, mesmo recebendo somente uma palavra do Senhor; perseverou e experimentou um final feliz.

De Davi lemos em 1Samuel 30.6b: “Davi, porém, fortaleceu-se no Senhor, o seu Deus”. A situação que ele experimentou não foi fácil, ele perdeu tudo, esposa, filhos, casa, etc., mas ele não desistiu porque acreditava no Senhor, que é maior do que todos os problemas.

Tudo que experimentamos que é negativo e difícil de entender faz parte da preparação da nossa vida para a eternidade. Podemos ter a certeza de que TUDO tem um propósito. Assim lemos em 2Coríntios 4.16-18: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno”.

O nosso estilo de vida, antes da volta de Jesus, deve ser o de não desistir! Imagine como Jesus venceu essa etapa tão difícil antes de Sua crucificação. Hebreus 12.2 diz: “Tendo os olhos fixos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus”.

A vinda do Senhor está próxima, fortalecei os vossos corações!

Viver Uma Vida em Santificação

Você ainda se lembra da sua infância, quando você brigou com os colegas na escola e neste exato momento entrou o professor? Você arrancou os cabelos do colega e, na presença do professor, uns ficaram com rostos vermelhos de vergonha, e você se defendeu com a justificativa: “foi ele, não eu”. Imagine Jesus voltando e nos encontrando em uma situação semelhante. Este estilo de vida está muito presente em nós. Em Mateus 24.48-50 lemos: “Mas suponham que esse servo seja mau e diga a si mesmo: ‘Meu senhor está demorando’, e então comece a bater em seus conservos e a comer e a beber com os beberrões. O senhor daquele servo virá num dia em que ele não o espera e numa hora que não sabe”.

Já foi mencionado 1João 2.28, que é muito importante neste contexto. Esse versículo trata justamente disso, sermos encontrados com vergonha. O nosso estilo de vida deveria ser a busca constante de purificação e paz com os outros. 1João 3.3 diz: “Todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro”. “Feliz o servo que seu senhor encontrar fazendo assim quando voltar” (Mt 24.46). Para não corrermos o risco de sermos encontrados por Jesus tendo atitudes vergonhosas, precisamos viver um estilo de vida como lemos em 2Pedro 3.14: “Portanto, amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis”. É justamente por isso que experimentamos tribulações e estamos em processo de transformação, que às vezes não é fácil de suportar. Nestes tempos de sofrimento, é animador se lembrar de outros que também passaram pelas mesmas experiências que nós, e muitas vezes bem mais difíceis. Lemos em Tiago 5.10: “Irmãos, tenham os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência diante do sofrimento”. Eles perseveraram em dificuldades muito maiores e saíram vitoriosos, e assim eles servem hoje como modelo para nós. O estilo de vida de pessoas que vivem uma vida de santificação serve como modelo para a sua vida, e você verá que a pessoa que optou por este estilo de vida é abençoada. Lemos isso no verso seguinte: “… nós consideramos felizes aqueles que mostraram perseverança”. Viver em santificação deveria ser o estilo de vida para cada filho de Deus, pois esta é a vontade de Deus (1Ts 4.3).

“Imaginemos Jesus voltando amanhã para buscar a Sua Igreja. Imaginemos ter exatamente 24 horas de prazo à nossa disposição. O que seria importante para nós nesse momento? Como usaríamos o tempo disponível?

No começo haveria uma grande agitação. Mas certamente cada um de nós rapidamente faria planos acerca do que ainda desejaria realizar na Terra nessas últimas 24 horas.

Em primeiro lugar, todo crente se humilharia diante de Deus e confessaria todos os pecados que inquietam seu coração e pesam em sua consciência. Em seguida, iríamos rapidamente falar com todas as pessoas contra quem cometemos injustiças, pedindo-lhes perdão e procurando verdadeira reconciliação. Quando não fosse possível fazê-lo pessoalmente, telefonaríamos, escreveríamos ou mandaríamos uma mensagem de voz.

Para estar ainda mais bem preparado para o Arrebatamento, certamente todo crente ainda haveria de pensar sobre as oportunidades de servir negligenciadas e tentaria recuperar as chances perdidas. Acima de tudo, nos empenharíamos para que nossos parentes, amigos e vizinhos ouvissem um testemunho claro da nossa fé. Não mediríamos esforços e faríamos tudo para ganhar a sua atenção. Eles haveriam de perceber a nossa seriedade. E provavelmente nesse dia cada um de nós ganharia pelo menos uma pessoa para Jesus.

Então pensaríamos no nosso dinheiro, lastimando termos dado tão poucas ofertas para o Reino de Deus. Sacaríamos as nossas cadernetas de poupança, distribuindo o dinheiro de maneira sensata onde houvesse necessidade. Nem em sonho alguém pensaria em desperdiçar tempo com divertimentos e lazer nesse dia.

Imaginemos Jesus voltando amanhã para buscar a Sua Igreja. Imaginemos ter exatamente 24 horas de prazo à nossa disposição. O que seria importante para nós nesse momento? Como usaríamos o tempo disponível?

A seguir, iríamos para a última reunião de estudo bíblico e oração na igreja. O prédio seria pequeno demais para tanta gente. Muitos estariam de pé. Todos orariam sem envergonhar-se no meio da grande multidão ou em grupos menores. E quando chegasse a hora dos testemunhos, as pessoas não iriam parar de falar. Cada um contaria das suas experiências com Deus e relataria o que o Senhor fez por seu intermédio nesse dia. Certamente todos os testemunhos terminariam de maneira semelhante: ‘Eu lamento muito porque por tantos anos não vivi de maneira totalmente consagrada, que ajudei tão pouco na expansão do Reino de Deus, que dei poucas ofertas, que quase não testemunhei a outros e que raramente participei das reuniões de oração, porque pretensamente tinha coisas mais importantes a fazer. Espero que o Senhor ainda demore mais um pouco e só volte daqui a dois ou três anos! Então eu mudaria totalmente a minha vida! Gostaria tanto de produzir frutos para a eternidade, de juntar tesouros no céu’.

Ninguém olharia para o relógio desejando que o culto acabasse logo.

É uma atitude absolutamente realista crer que Jesus poderá voltar amanhã. Todos os sinais do nosso tempo mostram que vivemos nos últimos dias. Mas talvez ainda nos restem exatamente esses dois ou três anos de prazo para trabalhar para o Senhor. Assim, nosso desejo de fato estaria realizado e ainda teríamos tempo para recuperar parte daquilo que negligenciamos. Comecemos hoje mesmo!” (Daniel Siemens – http://www.chamada.com.br)

A noiva que vai encontrar o noivo precisa se preparar e se purificar para poder viver com ELE, que é santo por toda a eternidade. O nosso estilo de vida deve ser conforme Hebreus 12.14 diz: “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor”. Viver para agradar o Senhor não nos permite viver o estilo de vida dos incrédulos. Eles vivem conforme Efésios 4.17-32.

Perseverar

“Irmãos, não se queixem uns dos outros, para que não sejam julgados. O Juiz já está às portas!” Tanto este versículo como também Tiago 1.12 afirmam que se perseveramos teremos um resultado muito feliz. Nós estamos na reta final e vale a pena perseverar. Pense em , foi muito difícil suportar tantos sofrimentos. Em Jó 19.10 ele fala que a sua esperança foi arrancada como a uma árvore. Mas ele perseverou e lemos de um final feliz onde ele foi recompensado. Vale a pena perseverar. Isso já lemos em Habacuque 2.3. Mesmo que a promessa demore para se cumprir, você tem a palavra de Deus que o cumprimento virá. Imagine um atleta que está a uma volta do final e abandona a corrida porque acha que não vai aguentar. Está escrito em 2Timóteo 2.12: “se perseveramos, com ele também reinaremos. Se o negamos, ele também nos negará”.

Após a Segunda Guerra Mundial, muitas mulheres casaram-se outra vez porque não recebiam mais notícias de seus maridos. Achavam que não voltariam mais. Mas, de repente, o esposo voltava e encontrava sua esposa casada com outro. Imagine Jesus voltando e nos encontrando “casados” com outros senhores e outras coisas que não seja Ele!

Por isso lemos em Hebreus 10.35: “Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada”. Quem perseverar, ouvirá as palavras: “… nós consideramos felizes aqueles que mostraram perseverança” (Tg 5.11). Maria ouviu as seguintes palavras em Lucas 1.45: “Feliz é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!” Todas as testemunhas em Hebreus 12.1 reforçam este pensamento – vale a pena perseverar: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta”. Este tempo de espera e de perseverança nem sempre é algo agradável, mas como 1Pedro 1.6 diz: “Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação”. Ou Hebreus 12.11: “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados”. Sem luta não há vitória. Jesus disse em João 16.21-22 que o tempo de perseverança é um tempo difícil, mas tem a sua recompensa.

Perseverar firme não é em vão – vale a pena!

Final Feliz

Veja qual foi a paciência de Jó e o fim que o Senhor lhe deu. O Senhor lhe deu um final feliz porque é muito misericordioso e piedoso. O Senhor preparou um final muito feliz para todos que creem e perseveram até o fim.

Pense em Noé, este homem sofreu durante 120 anos. Ele anunciou a mensagem de Deus e ninguém a aceitou. Ele foi desprezado e a as pessoas zombaram dele, mas ele experimentou um final feliz.

é um exemplo para todos que sofrem no presente. O final dele nos anima a continuar mesmo vivendo com dores. Jó não só foi abençoado materialmente, mas também espiritualmente. “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram” (Jó 42.5).

Daniel perseverou em um estilo de vida que glorificou o Senhor, e por isso ele sofreu injustiças, mas desfrutou um final feliz.

Asafe, que sofreu de corpo e alma, chegou a uma conclusão no Salmo 73.25-26: “A quem tenho nos céus senão a ti? E, na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre”.

Como é que Paulo perseverou na viagem com um navio que naufragou? Em Atos 27.20 lemos: “Não aparecendo nem sol nem estrelas por muitos dias e continuando a abater-se sobre nós grande tempestade, finalmente perdemos toda a esperança de salvamento”. Humanamente sem esperança, mas ele perseverou em fé como lemos em verso 25: “Assim, tenham ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá conforme me foi dito”. Ele experimentou um final feliz. E quem perseverar vai ouvir as palavras que Maria também ouviu: “Feliz é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!” (Lc 1.45).

Já hoje e agora a pessoa que persevera experimente essa benção, depois da provação vem a exaltação. Como foi na vida de Jô, o “depois” será maravilhoso. Lemos em Jó 42.10 e 12: “Depois que Jó orou por seus amigos, o Senhor o tornou novamente próspero e lhe deu em dobro tudo o que tinha antes. O Senhor abençoou o final da vida de Jó mais do que o início. Ele teve catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de boi e mil jumentos”.

Não sei descrever quanto maior serão as bênçãos quando chegarmos no nosso final feliz, mas eu tenho a certeza absoluta que será numa proporção que não podemos explicar com palavras. Em 1Coríntios 2.9 lemos: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”.

Ele preparou um final feliz para você que perseverar até ao final. Vale a pena, meu irmão e minha irmã, continuar nas lutas e sofrimentos, pois sabemos o que está escrito em Filipenses 1.23 e Romanos 8.18 são fatos: “Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e estar com Cristo, o que é muito melhor” (incomparavelmente melhor), porque “considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”. Estamos a caminho do melhor!

Por isso, levanta-te e siga para o alvo para um final feliz sem fim. — Ernesto Kraft

Ernesto Kraft é alemão; casado com Elvira, com quem tem três filhos. Ele e sua esposa são missionários desde 1975 e desenvolvem um ministério específico de evangelização através de folhetos e cursos bíblicos por correspondência. Realizou diversos seminários sobre Escatologia em igrejas de São Paulo, e representa a Chamada da Meia-Noite distribuindo a literatura em São Paulo.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/volta_iminente.html

Apenas um ser humano