Cinco Partidos e quatro Coligações seguem em frente rumo às Eleições Gerais de 2012

Cinco Partidos e quatro Coligações seguem em frente rumo às Eleições Gerais de 2012

 O Tribunal Constitucional pronunciou-se favoravelmente em relação a nove formações políticas, sendo cinco Partidos Políticos e quatro Coligações de Partidos Políticos. Se o Plenário não julgar procedentes os recursos apresentados pelas forças políticas cujas candidaturas foram rejeitadas, serão mesmo 9 formações políticas a concorrem ao pleito eleitoral de 2012.

National emblem of Angola (1990-present)

Nove formações políticas viram aprovadas definitivamente a sua candidatura as Eleições Gerais de 2012. Tratam-se do MPLA, CASA-CE, UNITA, PRS, ND, FNLA, PAPOD,   CPO e FUMA, isto é, cinco Partidos e quatro Coligações.
No total estarão envolvidos no processo eleitoral e na disputa das Eleições Gerais de 31 de Agosto, 26 Partidos Políticos considerando os 5 que concorrem isoladamente e os 21 que concorrem coligados.

Os partidos que viram a sua candidatura rejeitada têm 48 horas para recorrerem dos Acórdãos do Plenário do Tribunal Constitucional. Recorda-se que o Tribunal Constitucional trabalhou durante todo o fim-de-semana, incluindo Sábado, dia 30 de Junho e Domingo, 1 de Julho e às primeiras horas de segunda-feira para admitir ou rejeitar as últimas candidaturas das 26 que deram entrada os requerimentos de suprimento conforme as observações contidas nos Despachos de Suprimento exarados pelo Venerando Juiz Conselheiro Presidente, apôs da primeira fase de entrega de processos de candidaturas às eleições que se avizinham.

O PREA, Partido Republicano Angolano constava entre as 27 formações que apresentaram a sua candidatura tendo ficado pelo caminho por não ter dado sinal de suprimento das irregularidades que constavam do seu processo. E, na última triagem que compreendia as restantes 26 forças políticas, foram rejeitadas as do PDP-ANA, BD, PP, PCCA, PN, MDIA-PCN, CVD, PSD, PDA, Coligação LUA, PSA, CAU e UDNA.

O processo como tal de apresentação de candidaturas iniciou no dia 31 de Maio de 2012.

Depois de, no dia 24 de Maio, a Comissão Nacional Eleitoral ter entregue ao Tribunal Constitucional o FICRE, Ficheiro Central de Registo Eleitoral, eis que por sua vez, no dia 7 de Julho, o órgão que administra a justiça constitucional no País irá proceder a entrega da lista definitiva de Partidos e Coligações de Partidos em condições de participarem nas Eleições Gerais marcadas para o dia 31 de Agosto do presente ano junto da Comissão Nacional Eleitoral para que esta possa cumprir com as suas tarefas inerentes ao processo.

Recorda-se que uma das competências do Tribunal Constitucional, de acordo com a lei, é conferir posse ao Presidente da República a ser eleito no próximo pleito eleitoral.

Tribunal Constitucional

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2 pensamentos sobre “Cinco Partidos e quatro Coligações seguem em frente rumo às Eleições Gerais de 2012

  1. Caros angolanos, sou um antigo combatente da luta armada contra o colonialismo portugues desde a 1ª região à 2ª Cabinda e ao analisar o processo das eleições acho que tudo decorreu muito bem e que existe um partido que tem maior vantagem de dirigir o país chama-se MPLA que demostrou maturidade política e vai com certeza continuar a implementação dos seus projectos em carteira, desde a agricultura até a industria pesada. assim sendo estarei sempre ao lado deste grandioso Partido. Dirigi durante mais de 17 anos como Secretário Geral da UDNA, mas infelizmente o Presidente deste Partido Senhor Francisco Joaquim Pedro não apredeu ainda o jogo democrático continuando com ideias macábra e anti – democrático por isso ficou e optou em impedir o avanço do partido, porque havia condições de avançar com o partido, quando foram reunidas mais de 22.000 assinaturas por parte dos militantes que realizaram congresso onde ele omitiu-se e ausentou-se por arrogancia própria e assim eis o resultado: desviar os 96000 usd que começou a transferir para londres na conta individual sob o olhar silencioso das instituições do Estado. Pedimos a intervenção da Polícia afim de por cobro. Temos que entender que um partido é um conjunto de homens decididos para realização de uma causa, as províncias esperam justiça para que os valores monetários sejam devolvidos e não beneficiar simplesmente um individuo que vive no estrangeiro desde 1975. Vamos apoiar o MPLA para dar continuidade dos seus projectos contidos no Programa.

  2. Peço a todos os militantes da UDNA, para analisarem com maior inteligencia e patriotismo, sabendo que o Senhor Francisco Joaquim Pedro é um ambicioso negativo, não gosta trabalhar, pensando que um partido corresponde a uma empresa, criou obstáculos de continuidade, não aceitou que haja uma outra candidatura ao cargo de presidente do partido, queremos que o nosso congresso seja reconhecido pelo tc a fim de trabalharmos ao lado daqueles que desejam paz e felicidade para todos os angolanos e nestas eleições gerais exorto paraque todos os militantes, simpatizantes e amigos da UDNA façam o possível de votar na paz, democracia e bem – estar dos angolanos.

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