Líderes religiosos apelam a convivência pacífica

Cunene

Líderes religiosos apelam a convivência pacífica

Ondjiva – A necessidade da preservação da paz efectiva em Angola, através de acções concorrentes para a cultura do civismo e do amor à Pátria, em face do pleito eleitoral que se avizinha, foi advogada hoje (segunda-feira), em Ondjiva, por líderes de diversas denominação religiosas da província do Cunene.
Em declaração à Angop, a propósito do pleito eleitoral de 31 de Agosto próximo, os interpelados destacaram a importância do acto para cada angolano, devendo primar por uma convivência pacífica, para que as eleições decorram num clima de paz e concórdia.
Para o bispo emérito da Diocese de Ondjiva, dom Fernando Guimarães Kevano, afirmou que durante o processo é necessário que o povo angolano se abra para a união, harmonia e amor ao próximo.
Apelou a sociedade civil e os partidos políticos a primarem por atitudes cívicas e de respeito pela diferença, em benefício da nação, de modo a que o processo decorra num clima harmonioso, dando lição à outros países do continente, a exemplo de 2008.
Por seu turno, o pastor da União das Igrejas Evangélicas de Angola (UIEA), Samuel Matoco Bioco, disse que a paz é um bem supremo, à disposição do povo angolano depois de vários anos de guerra, daí a necessidade da sua contínua preservação.
“Devemos louvar, à Deus, por este ganho que se vive há 10 anos, pois, ao cabo de longo período de discórdia entre irmãos, compreendemos que afinal estávamos a impedir o desenvolvimento do país e o bem-estar das famílias”, sublinhou.
Hoje em dia, referiu, verifica-se no país a mudança que permitiu elevar, em todas província, infra-estruturas sociais, económicas, desportivas e culturais, como escolas, postos de saúde, reabilitação das estradas e de pontes, possibilitando o bem-estar dos angolanos de Cabinda ao Cunene.
Já o pastor da Igreja Evangélica Congregacional de Angola, Pereira Mateus Mufumu, disse que o mais importante neste processo é que cada angolano se reveja em primeiro lugar no bem-estar do povo, daí que todos devem respeitar as diferenças, pela promoção da democracia.
O prelado destacou que a tranquilidade não permitiu só a construção e reconstrução das infra-estruturas destruídas pelo conflito, mas também a paz de espírito nas famílias.
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